Diferenças entre edições de "diktat"

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(imposição). Após seis meses de negociações, em [[Paris]], o tratado foi assinado como uma continuação do [[Armistício de Compiègne|armistício]] de Novembro de [[1918]], em [[Compiègne]], que tinha posto um fim aos confrontos.
 
em que o mais forte (o Brasil) determina a sua vontade ao mais fraco
[[Carlos Heitor Cony]], membro da [[Academia Brasileira de Letras]], mostrou-se incomodado com a atuação de órgãos para definir as regras do Acordo, "No tempo do Getúlio (Brasil) e de Salazar (Portugal) foram feitos acordos que não prevaleceram, porque, na realidade, quem faz a língua não são as academias, nem os governos. Quem faz a língua é o povo," afirma. "Os portugueses jamais vão deixar de chamar o trem de 'comboio', não adianta. Em Portugal, 'facto' é 'fato', e 'fato' é 'roupa'. Também temos nossas particularidades e jamais vamos chegar a um acordo".<ref>Sérgio Barreto Motta, ''[http://www.dn.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=1259098&seccao=Livros Brasil também critica o Acordo Ortográfico]'', 10 junho 2009, Diário de Notícias</ref> [[Pasquale Cipro Neto]] acredita que a proposta, em sua encarnação atual, é insuficiente para atingir seus propósitos, uma vez que muitas palavras continuarão apresentando possíveis variantes ortográficas e afirma que "é uma reforma meia-sola, que não unifica a escrita de fato" e que "vamos enterrar dinheiro em uma mudança que não trará efeitos positivos". Ainda alertou que "em Portugal, alguns editores e livreiros foram também particularmente céticos quanto ao Acordo Ortográfico, salientando os elevados custos para a adaptação de dicionários e outros livros às novas regras."<ref>{{citar web |url=https://www.rtp.pt/noticias/cultura/spa-e-apel-criticam-ausencia-de-debate-e-alertam-para-riscos_n163366 |título= SPA e APEL criticam ausência de debate e alertam para riscos | obra= RTP}}</ref> Enquanto que o escritor [[João Ubaldo Ribeiro]] afirma que "é uma reforma tímida, que não faz grandes inovações".<ref name="Veja120907">Jerônimo Teixeira, ''[http://veja.abril.com.br/120907/p_088.shtml Riqueza da língua]'', Revista Veja,</ref> O professor [[Cláudio Moreno]] é cético quanta a possibilidade do idioma português se tornar unificado a ponto de ser considerado idioma para relação internacional ao dizer "essa ideia messiânica, utópica de que a unificação vai transformar o português em uma língua de relações internacionais é uma tolice".<ref name="Veja120907" /> Miguel Sousa Tavares conseguiu vender no Brasil 50 mil exemplares de um livro seu, mantendo a ortografia original (do [[português europeu]]), apesar dos "agoiros de desastres e da teimosia" do autor. Salienta também "o orgulho em ter feito bem mais pela nossa língua no Brasil do que todos esses [os promotores do Acordo] que se dispõem a vendê-la como coisa velha e descartável."<ref name="Chavez">{{citar web |url= http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/175230 |título= Prefiro Chávez | autor= Miguel Sousa Tavares |obra= AEIOU | publicado = Expresso}}</ref> e que o Acordo "ameaça por parte dos políticos e dos membros das Academias" cujo objetivo é "pôr-nos [os portugueses] a escrever como os brasileiros, assim lhes facilitando a sua penetração e influência nos países de expressão portuguesa" que, ao concordar com Vasco Graça Moura, trata-se de um "'diktat' neocolonial, em que o mais forte (o Brasil) determina a sua vontade ao mais fraco
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